MauCumBeaT - BoladoBeaT


www.myspace.com/boladobeat

boomp3.com

O grande ABC das proibições on stage


A – “Aqui no monitor tem…!” (o cara do monitor pro PA…)

B – “Bem que eu avisei…!” (em qualquer situação de pânico…)

C – “Camarim da técnica???” (da coitada que monta os camarins…)

D – “Deixa que eu arrumo…” (um cara que vc nunca viu no stage…)

E – “Eu juro que o aterramento ta certo…” (hahahahaha…)

F – “Fui eu???” (geralmente do cara que fez a besteira…)

G – “Gerador, que gerador???” (o produtor local no dia do show…)

H – “Hahahaha… (quando vc pergunta sobre voltagem estabilizada)

I – “In ears , side line array e center fill pra dentro do palco. ( acreditem se quiser… )

J – “Já fiz tudo o que podia, só não troquei as pilhas…” (o roadie…)

L – “Liga o DJ no Side enquanto vc faz o line check”… (socorro!!!)

M – “Meu in-ear ta falhando…” (do seu artista entrando no palco…)

N – “No PA ta tudo certo…” (o cara do PA pro Monitor…)

O – “O sub ta uma coisa horrível…” (do roadie de bateria…)

P – “Prepare-se porque o ginásio é enorme!!! (vc pro teu artista…)

Q – “Quando lotar melhora a reverberação do ginásio…” (hahahaha…)

R – “Relaxa, é só uma chuvinha…” (o assistente do contratante…)

S – “Sumiu o baixo… (do cara do PA…)

T – “Tem um canal sobrando aí?” (sempre na hora do show entrar…)

U – “Ué???” (de qualquer um pra qualquer um no palco…)

V – “Virgem Maria, a roda gigante ta piscando!” (passando o bumbo…)

X – “Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…” (de qualquer um pra qualquer um também…)

Z – “Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…” (o cara da empresa de som…)


Portanto amigos, quando abrirmos a boca on stage, vamos sempre torcer pra que tudo de certo e pelo menos tentar tornar nossas palavras mais valiosas que o nosso silêncio, ok???!!!…rsrsrs.

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Filme sobre Bob Marley não poderá usar as músicas do artista



Martin Scorsese não gostou da concorrência e Ziggy Marley veta uso das músicas à sua mãe
23/03/2008Érico Borgo

Rita Marley, ex-mulher do cantor Bob Marley, está preparando uma cinebiografia do músico baseada no livro de sua autoria No Woman No Cry: My Life with Bob Marley.

O filme da Weinstein Company, porém, teve negados os direitos de uso das músicas de Marley pela sua família (Rita não pode negociá-los sozinha), o que provavelmente deve adiá-lo.

O motivo não poderia ser melhor... Ziggy Marley, produtor executivo do documentário que o diretor Martin Scorsese está preparando para sair na data em que Bob comemoraria 65 anos, acredita que o filme de Rita atrapalhará seu projeto.

"Todo nosso esforço e apoio estão direcionados ao documentário. Acreditamos que esse projeto é a melhor maneira de representar a vida de nosso pai e sua perspectiva e qualquer outro filme sobre ele ficará vazio sem sua música", declarou Ziggy, um dos 10 filhos do rasta, ao Hollywood Reporter.

Aparentemente, a briga familiar nos bastidores exige que No Woman No Cry, considerado um projeto menor, seja lançado só em 2015 para não atrapalhar o documentário de Scorsese - que, segundo a gravadora de Marley, desistirá do seu filme caso o concorrente saia primeiro.

Além disso, há quem acuse o espólio de Marley de tentar negociar paralelamente as músicas dele - a proibição seria uma maneira de aumentar o preço do licenciamento. O advogado da família garante que não, mas a viúva Rita diz que "tudo é possível".

O documentário de Scorsese - esse sim, completo com todas as músicas que o cineasta quiser usar - sairá em 6 de fevereiro de 2010. No Woman No Cry estava programado para um ano antes.

www.bobmarley.com

Trabalho Sujo..

1) Apple ronda o Brasil...
2) Afrika Bambaataa de novo em turnê pelo Brasil - TREZE datas, uma delas no aniversário de BRASILA, minha terra querida
3) Hino do Flamengo remixado vira vinheta da MTV nos Estados Unidos
4) Deputados do Piauí questionam vitória de Rafina no Big Brother (os caras fazem tudo pra mudar de assunto, fala sério)
5) Ai, que saco esse papo da "capa polêmica" da Vogue, viu...
6) Rock Band do Wii não terá nem downloads, nem jogo em rede
7) Remake do Cavaleiro Solitário. Hm.
8) 20% dos cariocas abandonam TV em 3 anos
9) Axl fica feliz com a provocação daquele refrigerante lá
10) Madonna não canta mais "Like a Virgin" ou "Holiday" - mas talvez, por trinta milhões de dólares, quem sabe...

Tio Camelo


Marcelo Camelo colocou mais uma música inédita no MySpace, "Doce solidão".
Gravada apenas com voz, violão e um assovio que cola no fundo da cabeça. O vocal é bem diferente do habitual, com Marcelo ensaiando um clima blues e modulando.
No vídeo acima, Camelo recebe o acompanhamento de uma criançada no bairro 6 de Maio, em Portugal (pela descrição, uma favela).
Também em seu MySpace, possivelmente como forma de aprovação, Camelo colocou dois vídeos de cantoras aparentemente amadoras fazendo versões das suas "Cara valente" e "Veja bem meu bem".


VEJA O VÍDEO : http://www.youtube.com/watch?v=dJa0EPdK7hw

Wado - Terceiro Mundo Festivo


Em seu quarto disco, o melhor desde o primeiro, Wado mergulha nas batidas eletrônicas terceiro mundistas sem deformar seu estilo. Muito pelo contrário: coloca o mundo todo pra dançar do seu ritmo.
--
Wado - "Terceiro mundo festivo"

Poesia Maloqueirista EM AÇÃO !


CSS


* OS 110 MILHÕES DO CSS


– É óbvio que está indo longe demais essa história do vídeo do CSS que está atingindo a marca de 110 milhões de acessos e se transformou recentemente no mais visto da história do YouTube. Longe demais nos acessos e longe demais quando as pessoas acusam a banda de trucagem. Longe demais para a "Veja" ter botado a banda no "sobe" em seu famoso quadro "Sobe ou Desce", geralmente dedicado a façanhas ou desgraças políticas e econômicas. Longe demais para gerar análises e análises sobre se a banda tem ou não 110 milhões de fãs no mundo. O vídeo, da ótima "Music Is My Hot Hot Sex", nem oficial é. Seria uma colagem de imagens do grupo brasileiro feito por um fã italiano da banda, sonorizada pela canção. As imagens são de uma promoção que a banda fez juntamente com a MTV italiana, em que o grupo paulistano gravou cenas para servirem de vídeos montados pela galera, para a música "Alala". Em que pese a bem-sucedida "vocação virtual" e o interesse causado pelo grupo na atual cena pop (o CSS já tem vídeos vistos por milhões no próprio YouTube, mas não por 110 milhões)... Em que pese o fato de "Music Is My Hot Hot Sex" ter ficado famosa nos EUA por estar num comercial, também não-oficial, do iPod Touch... Está claro que aconteceu "alguma coisa" para o vídeo chegar a esses números milionários. É válida a desconfiança da banda de que o autor italiano do vídeo tenha criado um "bug" para disparar o índice de visita ao vídeo na internet. É muitíssimo válido achar que as palavras "hot" e "sex" em mecanismos de procura ("search") levam acidentalmente milhões (de tarados) ao vídeo. No meio de todas as teorias conspiratórias que o acontecimento provoca, a banda parece fazer o que tem que fazer mesmo diante dessa situação: rir. Music is my imaginary friend.


* Quer aumentar ainda mais os acessos de "Music Is My Hot Hot Sex"? O vídeo falso é bom.




3 NA MASSA


Quando ouvi falar pela primeira vez deste projeto “3 NA MASSA” desconfiei, franzi o cenho e achei que seria mais uma destas historias que começam, começam e começam sem nunca chegar de fato a lugar algum. Estava redondamente enganado (para a minha própria felicidade e de todos que por ventura venham a conhecer este ousado álbum). A idéia é perfeita: Mulheres; - mulheres falando de suas experiências amorosas com homens (ou não...) que marcaram as suas vidas de algum modo, seduzindo, ou sendo seduzidas, pervertendo ou sendo pervertidas por estes (as). A sensualidade transborda pelas beiradas do disco mundo a fora e enche os ouvidos de belas estórias entremeadas por musicas que podem soar ora picantes, saudosas, alegres, divertidas (quase que circenses) ou como devaneios eróticos em um parque de diversões. As vezes lembra-me algo dos filmes de Fellini, como também podem ser a trilha sonora de uma das imaginativas estórias de Millo Manara ou quem sabe ainda uma nova releitura das coisas produzidas por Serge Gainsbourg nas décadas de sessenta e setenta, entretanto, com originalidade, brasilidade e estilo pra ninguém botar defeito. Mas o que danado significa “3 NA MASSA”? Ainda não entendi nada! Quem são os três e que raios é massa? Serão donos de padaria, pizzaria? Calma que a explicação vem agora: Formado pelos “metidos a produtores” Rica Amabis (instituto), Pupillo (nação zumbi) e Sucinto Silva (também da nação zumbi), o trio (daí três) conta com a cozinha (baixo e bateria) da supra citada banda de Recife e as hábeis mãos do garoto prodígio da capital paulista pilotando as gravações e incrementando as musicas com muito molho e recheios de dar água na boca. Por esta razão eles estão com a “mão na massa” como se diz nas ruas . Convidados e convidadas especiais (indispensáveis por sinal) dão força e forma necessárias e vitais para a realização da empreitada, revezando-se sem tirar de dentro e sem perder o fôlego. Preparem-se para chegar ao clímax de pura alegria e prazer. *Ambiente nem tanto familiar. Rolando Fino


DOWNLOAD 3 NA MASSA:
http://www.mediafire.com/?9b9njmmvsc5

*contribuição de Carlos e Law

http://www.sombarato.blogspot.com/

Mr.Bojangles - Bob Dylan

boomp3.com

MixTape-D.j Nepal


E o NEPAL coloca mais um mix tape seu na roda.


SET LIST:


"The sea and the sky" (Padded Cell remix)

"The art of letting go" (Ewan's Daft Funk instrumental mix)"

The queen of Sheeba""Piece together" (Reverso 68 exclusive remix)

"Club cabana" (Anthony Mansfield remix)

"Rosscouch rising up" (Christian Malloni instrumental mix)

"Do It Now" (Dubtribe Sound System extended disco mix)

"Stratus energy" (Faze Action)"????????" (Secret file)

"Without Control" (The Spirals)

"Goblin city" (Holy Ghost! Disco Dub)


Postado por: Lucas Santtana (http://www.diginois.com.br/)

Bob Dylan-Uma Árvore de Lugar Nenhum




Bob Dylan (uma árvore de lugar nenhum)

" Todo espaço mal utilizado
será tomado".

Foi o que Dylan fez com a música folk no final dos anos 50 e início dos 60. Tomou o espaço devido. Não que ele fosse mal ocupado, Joan Baez ainda nao fazia canções de ativismo,e nem era porta-voz dos direitos civis,já Woody Guthrie falava sobre bandidos, foras-da-lei, espeluncas de danças.
Dylan veio com um discurso atual, up-to-date,tudo que lia nos jornais e na extensa biblioteca na casa de Dave Van Ronk.

Uma de suas primeiras canções ( Let Me Die In My Footsteps) falava sobre abrigos anti-radiação na época da Guerra Fria e como os cidadãos de Minnesota reagiram contrários a sua instalação, o que causaria constrangimentos e até hostilidade com os vizinhos que não comprassem o tal abrigo.
Ele juntou música e poesia, algo que Ginsberg e outros beats tentaram:
...eu nao tinha nenhum daqueles sonhos ou pensamentos, mas ia adquiri-los...

A música pop nunca mais seria a mesma após janeiro de 61. Dylan se encantou com os acordes e as guitarras rock'n'roll dos Beatles e eles, por sua vez, se inspiraram com as mensagens tortuosas e fragmentárias do outro.Foram aplicados por Bobby com quem fumaram seu primeiro baseado mudando suas letras até então colegiais.Enquanto Dylan eletrificou o folk e foi crucificado no Festival de Newport em 66, os Fab Four seguiam um caminho mais acústico e com letras mais elaboradas. Na canção You've Got To Hide Your Love é bandeirosa a imitaçao que Lennon faz de Bob tanto no vocal como na acentuação do violão Dylanesco.
A visão de Dylan se tornou um norte, uma bússola pra toda música pós 62, referência messiânica para toda a geração que fundou a nação Woodstock e todos os sonhos.
"você não precisa de um meteorologista pra saber pra onde o vento sopra"

Como disse Clinton Heylin( no livro Sgt Pepper's) “ Bob Dylan nao parecia ocupar um ponto de virada no espaço e tempo cultural, mas ser esse ponto de virada.”

Re-inventor de si mesmo por décadas, dissipando o próprio mito quando gravava Oh Mercy com o produtor Daniel Lanois no final dos anos 80, Bob escreveu:
" O tipo de música que eu e Danny estávamos fazendo era arcaica. Não disse isso a ele, mas era como eu me sentia honestamente. Com Ice-T e Public Enemy, que estavam preparando o caminho, um novo artista estava fadado a aparecer diferente de Presley. Ele não iria requebrar os quadris e encarar as mocinhas..."

Em 92, na comemoraçao dos 30 anos de carreira, o BobFest, como Neil Young batizou (no Madison Square Garden) após ter suas musicas cantadas por toda a constelação pop, como Clapton, Stevie Wonder,George Harrison, Lou Reed, Neil Young, Willie Nelson, Lou Reed, Eddie Vedder entre outros, ele subiu sozinho no palco, com seu violão e homenageou Woody Guthrie. O homenageado com seu mantra: onde quer que eu vá, sou um trovador dos anos 60.

" a maioria dos outros artistas tentava conseguir aceitação para si mesmos em vez de para a canção , mas eu não me interessava em fazer isso. Comigo, a coisa era fazer a canção ser aceita..."

Em sua passagem rápida pelo Brasil, agora, em março,a Never Ending Tour, a turne sem fim- que veio aqui tres vezes- deixou rastros de polêmica como sempre porque seus hits não eram reconhecidos devido as mudanças de harmonias e ao fato de cada vez mais falar as letras. Mas nenhuma ação seria imprópria ali no seu palco. Bobby riu muito, muito, durante sua apresentaçao em São Paulo, como se estivesse com seus músicos numa Jam session em casa. Neil Young também foi assim no Rock In Rio 3, com sua formação de palco pequena, intimista, mas isso, já é outra estória.

Como sua avó lhe ensinou:
a felicidade não esta na estrada que leva a algum lugar
a felicidade é a própria estrada


Pra ouvir com o som no volume máximo e gritar seu refrão como me ensinou minha " girl do sul do país ", MR BOJANGLES!!!

Veja Mr. Bojangles aqui:

http://www.youtube.com/watch?v=AjCFYpWDmfM


São Paulo, BrazilVia Funchal
Set List, Sp-March 6, 2008


1.
Rainy Day Women #12 & 35 (Bob on electric guitar)
2.
Lay, Lady, Lay (Bob on electric guitar)
3.
I'll Be Your Baby Tonight (Bob on electric guitar)
4.
Love Sick (Bob on keyboard)
5.
Rollin' And Tumblin' (Bob on keyboard)
6.
Spirit On The Water (Bob on keyboard)
7.
A Hard Rain's A-Gonna Fall (Bob on keyboard)
8.
Honest With Me (Bob on keyboard)
9.
Workingman's Blues #2 (Bob on keyboard)
10.
Highway 61 Revisited (Bob on keyboard)
11.
When The Deal Goes Down (Bob on keyboard)
12.
Tangled Up In Blue (Bob on keyboard)
13.
Ain't Talkin' (Bob on keyboard)
14.
Summer Days (Bob on keyboard)
15.
Like A Rolling Stone (Bob on keyboard)
(encore)
16.
Thunder On The Mountain (Bob on keyboard)
17.
Blowin' In The Wind (Bob on keyboard)



~ Byra Dorneles ( www.byradornelles.blogspot.com )

Bob Dylan


27 de fevereiro de 2008


Bob Dylan – The Legendary 1965 Press Conference in San Francisco ST2.



Em 1965, os repórteres de São Francisco queriam saber o porquê da popularidade de Bob Dylan, e perguntaram isso para o próprio, numa entrevista coletiva. A resposta não chegou ser dada, mesmo quando os tais entrevistadores insistiram questionando se Dylan tinha dificuldades em se ver como um artista popular. Imprensado, foi direto: “O que vocês querem que eu diga?”. O que a crônica musical queria saber há 42 anos ainda não foi encontrado: o porquê de determinado artista fazer tanto sucesso. Hoje, depois da consolidação do termo “pop” e de sua diluição, sabe que artistas viram astros e ponto final. Pode-se até buscar fatores os mais diversos, com marketing, o momento certo, um bom empresário e (até) talento. Mas, no fundo, no fundo, explicação não há. Dylan, na época com 24 anos, nunca foi afeito a conceder entrevistas, mas depois de começar a tocar guitarra elétrica, ser copiosamente vaiado e virar centro de uma grande polêmica, não teve como escapar dessa coletiva e se virou para não responder quase nada do lhe era perguntado. Numa das passagens, se justifica dizendo que o que escrevem sobre ele é colocado fora do contexto, e acaba gerando interpretações erradas. Mais ou menos o que acontece até hoje. Outras semelhanças entre a coletiva de 1965 e as de hoje estão na grande quantidade de repórteres que não têm a mínima idéia do que se passa e fazem as perguntas mais estapafúrdias, e a dificuldade que aqueles que são do ramo têm para extrair algo de maior valia do entrevistado. No caso de Bob Dylan, tão hábil ao falar quanto é ao escrever, a coisa foi ainda mais difícil. Aqueles repórteres certamente tiveram que rebolar para preencher as páginas dos jornais do dia seguinte. Os créditos da embalagem dão a esta entrevista um ar de “histórica”, talvez até pelas ilustres presenças de Allen Ginsberg e Bill Graham (não identificados) entre os repórteres, mas a iniciativa de lançá-la comercialmente em DVD se deve principalmente à popularização do formato, visto que não se trata de um documentário, muito menos de um show do cantor, categorias óbvias e que atraem mais compradores. Decerto vai agradar somente a fãs mais dedicados, ou ainda a jornalistas em início e carreira. De qualquer modo, não deixa de ser curioso ver como as coisas funcionavam no pop em 1965, e de como, no frigir dos ovos, quase nada mudou.


fonte: http://www.gardenal.org/rockemgeral

Silence-Portishead

boomp3.com


O novo do Portishead Vazou. Chama-se Third e começa com o tal trecho falado em português...
por Alexandre Matias
{{{{ OUÇA NO PLAYER ACIMA }}}}

Cansei De Ser Sexy -Milhões


O Brasil e sua obsessão por recordes -- "o maior", "o melhor", "o menor" vem de longe, a vertente on line ("país com mais participantes no Orkut", "maior usuário do Fotolog", etc.) é apenas a continuação disso -- deve ter acordado feliz.

Tava no Matias: puxado pelo uso da música no anúncio do iPod Touch, "Music is my hot hot sex", do Cansei de Ser Sexy, é o vídeo mais assistido de todos os tempos no YouTube.

Gabeira 2008


"A suposição de que um prefeito vá resolver a situação não tem base na realidade. Só a vontade de um número muito grande de pessoas e só a contribuição de cada um pode ajudar."

Então é isso, o Deputado Fernando Gabeira deverá se candidatar para prefeitura do Rio (o colega Pedro Dória entrevistou o pré-candidato).
Para otimizar a discussão, vamos pular a parte em que ele é chamado de bicha, maconheiro e terrorista (geralmente nessa ordem, o que revela muita coisa) e vamos focar na declaração acima.
Ele está falando comigo, com você. Percebeu? O bicho tá pegando, chegou a hora de todos arregaçarmos as mangas pra fazer a diferença. Parar de reclamar e fazer algo pra mudar.
Parece muito complicado e distante, mas a solução está ao nosso alcance, em nossas atitudes. Não importa em quem você for votar.


fonte: http://www.gardenal.org/urbe/

Frevo Do Mundo



O discurso e a vontade de renovar o frevo anda tão cansado que ele próprio já precisa ser renovado. As várias tentativas sem sucesso que marcaram o centenário do ritmo ano passado chegaram a criar uma camada de resistência contra artistas que, no fim, procuraram apenas se promover com o momento. O que acabou como um tiro pela culatra - resultando na total invasão das escolas de samba deste ano - só soma em motivos para “Frevo do Mundo” ser certamente o lançamento mais relevante da música de Carnaval em 2008.
Produção da Candeeiro Records, selecionado pelo Programa Petrobras Cultural, ele bem que poderia estampar na capa o nome do time de artistas reunidos para imprimir sua visão sobre o frevo. Mas, com encarte modesto e de bela arte de Valentina Trajano, ele deixa a surpresa como elemento fundamental para quem, por acaso ou intencionalmente, passar o ouvido por alguma das 14 faixas do repertório. É o tradicional frevo de Capiba, Luiz Bandeira e Aldemar Paiva, apresentados pela Orquestra Imperial, Mundo Livre S/A, Eddie, China, Siba e a Fuloresta, Erasto Vasconcelos, Edu Lobo, João Donato, Isaar, Cordel do Fogo Encantado, 3 na Massa, Flor de Cactus e a Orquestra Popular da Bomba do Hemetério (OPBH).
A modéstia faz parte da fórmula de sucesso do disco. Esteticamente é puro frevo e alguns dos arranjos sequer foram alterados. Mas cada um dos artistas o executou da forma que costumam fazer naturalmente em suas músicas autorais. Alguns resultados sequer soam diferentes, como o “Cabelo de Fogo”, da OPBH, que ganha um divertido trecho “a capella”; mas outros soam totalmente renovados, com fôlego contemporâneo que dá gosto de ouvir mesmo fora de época. Caso de “Oh, Bela!”, em versão minimalista por China e Sunga Trio (Chiquinho e Felipe S, do Mombojó, com Homero Basílio) e “Os Melhores dias da Minha Vida” com Siba, Biu Roque e os comparsas da Fuloresta.
O projeto tem produção do baterista da Nação Zumbi, Pupillo, mas a forma de gravação foi não-linear, com os músicos convidados gravando em estúdios diferentes. Esse modelo de quebra-cabeça acaba dando ao formato canção uma importância superior ao conceito de álbum. Funciona bem como conjunto, mas também e principalmente nas faixas como experiência individual. Pincelada do restante, a voz de Céu em “Frevo da Saudade” com os 3 na Massa traz uma elegância que, por exemplo, não é percebida na versão rápida e festiva de “É de Fazer Chorar” tocada pela banda Eddie. São dois momentos distintos, apenas sob um mesmo mote. Ela encontra par igual em Isaar de França com “Páraquedista”, enquanto eles combinam com “Só presta Quente”, em versão de Ortinho.
Presente em praticamente todas as faixas, o maestro Spok serviu como fio condutor entre artistas tradicionais como Erasto em “Papel Crepon” e mais novos, no já citado exemplo de China. Responsabilidade que ele assume sem exagerar nos metais de todas as músicas, como se fosse um supervisor, representante do frevo, garantindo que tudo saia como adequado. Cuidado que ele descarrega nas instrumentais “Fogão”, de João Donato e em “Cabelo de Fogo”. Essas duas, com a versão mais distinta de “Isquenta Muié”, com a Flor de Cactus, completam o “Frevo do Mundo”.
Bruno Nogueira -




01-Eddie - é de fazer chorar

02-João Donato - fogão

03-Céu e 3 na Massa -frevo da saudade

04-Mundo Livre SA - metendo antraz

05-Orquestra Imperial - o dia vem raiando

06-China e Sunga Trio - Oh, bela!

07-Ortinho - só presta quente

08-Siba e a Fuloresta - os melhores dias de minha vida

09-Cordel do Fogo Encantado - saudade

10-Isaar de França - paraquedista

11-Flor de cactus - inquenta muié

12-Edu Lobo - Recife (frevo n.1)

13-Erasto Vasconcelos - papel crepon

14-Orquestra Popular da Bomba do Hemetério - cabelo de fogo
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