Albert Hofmann


Albert Hofmann, pai do LSD, morre aos 102 anos


GENEBRA (AFP) - O químico suíço Albert Hofmann, que descobriu por acaso a droga alucinógena LSD em 1943, morreu na terça-feira aos 102 anos, anunciou nesta quarta-feira a prefeitura de Burg, perto da Basiléia (noroeste da Suíça), citada pela agência suíça ATS.
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Hofmann, nascido em 1906 em Baden (norte), entrou para a história em 16 de abril de 1943 ao experimentar ele mesmo e por casualidade o LSD.

Estudante de química, Hofmann se dedicava aos alcalóides de um fungo que atacava o centeio para criar um estimulante circulatório e respiratório, a Dietilamida de Acido Lisérgico (LSD). Sem perceber, deixou uma gota cair em sua mão.

Depois de experimentar a gota passou a sentir sensações estranhas: angústia, vertigem, visões sobrenaturais, objetos que se moviam no espaço, sentimento de felicidade e plenitude.

Três dias depois, repetiu a experiência e teve as mesmas sensações.

Para Hofmann, a substância seria útil em psiquiatria e neurologia.

Entre 1947 e 1966, o grupo químico suíço Sandoz, para o qual Albert Hofmann trabalhou por muitos anos, fabricou drágeas e ampolas de uso médico.

Porém, os abusos deram uma reputação ruim ao LSD, sobretudo nos Estados Unidos, onde nos anos 60 se transformou na droga número um do movimento hippie. O LSD terminou sendo proibido e a Sandoz interrompeu sua produção.

Ao comemorar seu centenário, há dois anos, Albert Hofman havia tentado reabilitar sua invenção, explicando à imprensa que o LSD ajudar a acalmar o sofrimento, principalmente em doentes terminais, e quando a morfina não é suficiente.

Hofman, advertia, contudo, que a utilização de LSD sem nenhum precaução pode ser muito perigoso e que nunca se sabe o que pode existir nas pílulas vendidas de forma ilegal.

Especialistas americanos e europeus de renome se pronunciaram nos últimos anos a favor de uma flexibilização da proibição do LSD para pesquisa e terapia.

Pesquisas sobre os efeitos de LSD no cérebro poderiam descobrir melhorias no tratamento contra a esquizofrenia, segundo um estudo publicado em fevereiro pela revista Nature.

Virada Cultural -SP-2008

Virada Cultural 2008 - São Paulo


www.viradacultural.org

Cansei de Ser Sexy



Cansei de Ser Sexy solta primeiro single de seu segundo disco
"Rat Is Dead (Rage)" já pode ser baixado na Internet


O primeiro single do novo álbum do Cansei de Ser Sexy, o segundo dos paulistas, já está disponível para ser baixado no site oficial da banda. O endereço exige apenas um rápida inserção de dados para autorizar o download.

Se você preferir cortar caminho, vá de YouTube:



A música se chama "Rat Is Dead (Rage)" e faz parte de Donkey, disco com lançamento programado para 21 de julho. Outra novidade do álbum é que desta vez todas as faixas serão cantadas em inglês.

No início de abril, a baixista Ira Trevisan deixou a banda para se dedicar aos estudos de moda. Adriano Cintra, baterista do quinteto, garantiu que a baixista sai numa boa e avisou que vai cuidar do baixo, coisa que ele já fazia em alguns momentos dos shows da banda. Jon Harper, ex-baterista do Cooper Temple Cause, vai tocar bateria em apresentações ao vivo.

download :www.csshurts.com


fonte : www.omelete.com.br

Funkadelic


"Uncle Jam Wants You" (Priority, 1979)

é um dos álbuns mais sensacionais da rapaziada do Funkadelic. Além das afetações psicodélicas de praxe e da sonoridade absolutamente fonkeeeeeeeeeee, a trupe de George Clinton apresenta em "Uncle Jam (...)" sua curiosa visão social e política do planeta Terra, e especialmente dos Estados Unidos da América e seus notórios conflitos internacionais. A direção de arte da capa apresenta mr. Clinton simulando uma pose clássica do Black Panther Huey P. Newton. A faixa-título, Uncle Jam, é uma paródia em ritmo funk da paranóia norta-americana para com as guerras em geral. (Not Just) knee Deep, a melhor (e mais longa!) faixa do LP, foi sampleada pelos rappers do De La Soul no hit Me Myself and I; mistura de disco, funk e do electro, que começava a dar seus primeiros passos, a faixa é atemporal. A faceta bicuda da moçada dá as caras em Freak of The Week, e é aqui que o Funkadelic faz o que sempre fez de melhor na carreira. Se é que você me entende.
POR PEDRO PINHEL

1. Freak Of The Week
2. (Not Just) Knee Deep
3. Uncle Jam
4. Holly Wants To Go To California
5. Field Maneuvers
6. Foot Soldiers (Star Spangled Funky)

Baixe:

http://rapidshare.com/files/104659784/Uncle_Jam_Wants_You.z

Curumin





Saída Bangu! O OPS™ orgulhosamente apresenta o novo álbum do cantor, compositor e multi-instrumentista Curumin, "Japan Pop Show" (YB/Quannum). Lotado de participações especiais -- do skater Tommy Guerrero à rapaziada do Blackalicious e Lateef The Truth Speaker, passando por B-Negão, Lucas Santana e grande elenco --, o disco acaba de sair do forno, e tem uma pegada mais soul e introspectiva em relação ao petardo anterior, "Achados e Perdidos", de 2004 (e portanto menos samba-rock, termo que foi excessivamente utilizado para definir o primeiro disco do rapaz). Em "Japan Pop Show" Curumin assume a batera e os vocais, como a Radiola Urbana pôde conferir num dos últimos shows do cara em São Paulo, e o resultado agrada bastante. Além da faixa “Compacto” que já foi postada por aqui anteriormente, faixas como “Magrela Fever”, “Kyoto” (com participação do Blackalicious), a delicada “Misterio Stereo” e o pancadão “Caixa Preta” (com B-Negão e Lucas Santana) apenas evidenciam o talento de Curumin. Em tempo: a direção de arte da capa é de Cristiano Nakata. (PP)
POR PEDRO PINHEL

1. "Salto no vácuo com joelhada"
2. "Dançando no escuro" (participação Marku Ribas)
3. "Compacto"
4. "Magrela Fever"
5. "Kyoto" (participação Blackalicious e Lateef the Truth Speaker)
6. "JapanPopShow"
7. "Misterio Stereo"
8. "Saída Bangu"
9. "Mal Estar Card" (participação Cristopher Lover)
10. "Caixa Preta" (participação BNegão e Lucas Santana)
11. "Sambito" (participação Tommy "King of Corn" Guerrero)
12. "Esperança"
13. "Fumanchú"


Baixe:

http://rapidshare.com/files/106932767/Japan_Pop_Show.zip.html

Blue Note



Ao enfileirar uma sequência de músicas sampleadas por gente como Beastie Boys, J-Dilla, De La Soul, Tribe Called Quest, Dr. Dre e outros, a renomada gravadora de jazz Blue Note condensa seu papel na evolução do hip-hop nos anos 90 com a coletânea "Droppin' Science: Greatest samples from the Blue Note lab".

O foco é no jazz funk lançado pela Blue Note nos anos 70, de David Axelrod a Lou Donaldson, oferecendo ao mesmo tempo um belo passeio para quem gosta de rap e um excelente disco de jazz para quem não gosta.

download: http://www.mediafire.com/?oxjwjjxlngz

Portishead




Dez anos depois, o Portishead fez seu retorno aos palcos londrinos no bacana Hammersmith Apollo, abrindo com o mesmo sample non-sense em português da nova "Silence".

Um problema técnico nas primeiras músicas, fez a banda interromper o show logo após "Mysterons". Acompanhados por um baixista e um baterista cascudos, Geoff Barrow (produção, programação e toca-discos), Adrian Utley (guitarra) e ela, Beth Gibbons (vocal), voltaram rapidamente para hipnotizar a grande massa de trintões saudosos.

A banda estava toda vestida de preto, mas mesmo assim, ao vivo, pareceu de certa maneira menos dark. Ou, no mínimo, menos pesado. Pode ser por conta da maior ênfase na guitarra e na bateria atualmente.

As músicas do novo disco, "Third", se misturam com o repertório dos outros dois de maneira mais natural do que se poderia esperar numa primeira audição. É uma evolução, novos caminhos, apesar de ter havido críticas quanto a uma certa massive attackzação do som.

Agarrada ao microfone, e sem poder fumar (hoje em dia, na Inglaterra, é proibido fumar em lugares fechados e isso se extende ao palco), Gibbons não disse uma palavra ao público, deixando sua interpretação sofrida e voz perfeitas darem o recado.

"Wandering Star" foi tocada apenas pelo trio central, em formato acústico, e as radiofônicas "Glory box" e "Sour times", intercaladas no meio do repertório, sem maiores destaques, mataram a vontade de quem estava lá só pra isso.

Cercada por telões com efeitos digitais com tudo pra parecerem ultrapassados, antes de virarem estética (esse assunto está se tornando recorrente), a banda conseguiu mostrar que continua relevante.

Se o som é datado, certamente é num bom sentido. Talvez seja mais justo falar em uma sonoridade que marcou uma época, não o contrário.

--



Repertório:

Silence
Hunter
Mysterons
The rip
Glory box
Numb
Magic doors
Wandering star
Machine gun
Over
Sour times
Nylon smile
Cowboys
-
Threads
Roads
We carry on

ô,sorte



Soltando seu bordão favorito, seu tradicional "ô, sorte!", Wilson das Neves foi recebido sob aplausos durante a passagem do seu Ipanemas pelo Barbican.

Fundador e único remanescente da formação original, atualmente Wilson está sendo acompanhado por uma banda de bambas: Mamão (bateria) e Alex Malheiros (baixo), ambos do trio Azymuth, Tiago Martins, filho do Mamão (percussão), José Carlos (violão), Vitor Santos (trombone). Não tem como dar errado.

Mesmo com essa formação, o show é do Wilson. Entre músicas do Ipanemas, sambas de sua carreira solo e da Orquestra Imperial, ele canta, samba, toca bateria, berimbau, pandeiro e tamborim, faz piadas e leva a platéia na palma da mão.

Bonita noite de música brasileira pra deixar gringo babando. Sorte foi de quem estava lá.

BBC Sound Index.



Uma parada musical baseada não em vendas de disco, mas em audições feitas on line, mapeando em tempo real os saites como Bebo, MySpace, Last.FM, iTunes, Google e YouTube e apontando os 1.000 discos mais tocados nas últimas seis horas.

Conheça o BBC Sound Index.


Franz Ferdinand libera vídeo com cenas de estúdio

"Under the Stage" pode ser também o nome de uma música do próximo disco da banda


Os escoceses sumidos do Franz Ferdinand resolveram mostrar as caras. A banda liberou um vídeo, "Under the Stage", do que vem fazendo no estúdio. Assista:


Trip-Cep 20.000

Freak Out Muzik



www.myspace.com/freakoutmuzik

Festa Salve Jorge.



Criada pelos Djs Zod e Cyro,
sua segunda edição está pronta
para repetir o susseso da estréia, em 2007.
Partipação especial de outro
grande guerreiro: Dj Montano.
Estaremos vestidos e armados com
as armas de Jorge, prontos para apertar o PLAY.
A base do repertório é a música brasileira
para dançar, com direito a incursões pela
música africana contemporânea, black music,
sons suingados do Oriente Médio,
passando pelo afrosamba, manguebeat,
samba-rock, reggae, rock, salsa,
maracatu e samba.

A proposta da festa é uma só:
fazer você dançar, embolar, requebrar, suingar.

Festa dia 22 de Abril. Véspera do grande dia.

>Veja filipeta e divulgue se puder.


Entrada: R$ 15, 00
Local: ESPÍRITO SANTA
Rua Almirante Alexandrino, 264
entre o Largo dos Guimarãese Curvelo
SANTA TERESA vagas no local
>VEJA ANEXO FILIPETA Divulgue se puder.

Grato e grande abraço, Zod.

O Fosfobox faz 4 anos


60H: MARATONA UNDERGROUND

- No mês de abril, o Fosfobox faz 4 anos. Um tempinho, né? E para comemorar, o clube propõe um desafio aos seus baladeiros de plantão. Serão 60 horas de festa sem parar e quem quiser vir para ficar é só trazer a mochilinha, porque o resto o clube providencia pra você, tá? O sofá todo mundo já conhece, os tacos e empadas ficarão por conta de Victor Brandi; e para quem não gosta de perfume francês, pode usar o chuveiro do quartinho da faxina. O projeto Fosfobox Non Stop vai unir mais de 50 DJs e um pouquinho de tudo que já aconteceu nesse tempão de muita festa e diversão. Vai ter música, teatro, dança, cinema, bazar, performances, grafite, fotografia, shows, comidinhas e muito mais. E, oh, todo mundo que agüentar as 60 horas da maratona no Fosfobox vai ganhar um VIP eterno para poder curtir a boate quando quiser, com toda a mordomia de não precisar mais pagar ingresso. Vale a pena uma esticada boa, hein?


Programação completa aqui:http://www.fosfobox.com.br/

Arnaldo Baptista

MEU FILHO É EMO? E AGORA?

Spams são sempre um saquinho, como todos estamos calvos de saber. Mas têm alguns que ultrapassam as fronteiras da irritação e chegam ao limite do bizarro.

É o caso desse spam que reproduzimos abaixo (atenção: não escrevemos nem endossamos o que está escrito.). Ele entrou na nossa caixa de mensagens - sem bater na porta, claro - sugerindo essa inacreditável pauta sobre emos. Ó só

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MEU FILHO É EMO? E AGORA?

Apologia à tristeza é um dos traços da tribo escolhida por alguns adolescentes. Médica orienta os pais a acompanhar de perto os filhos






Com um tom dos góticos e darks da década de 80, os Emos são a mais recente tribo dos centros urbanos. Batizado a partir da abreviação da palavra inglesa emotional, o movimento ganhou força entre os jovens brasileiros em 2003, em São Paulo, e depois se espalhou por todo o País. “Podemos reconhecer um integrante pelas roupas exóticas, sempre em cores escuras como preto e roxo. Há também, um estilo próprio de cabelo e maquiagem”, descreve a hebeatra Mônica Mulatinho, da Cia do Adolescente & Família, em Brasília.

Nos últimos meses, Dra. Mônica registrou uma procura crescente de pais que buscam compreender melhor o movimento. “Ao verificar, por exemplo, a lista de comunidades do filho no Orkut, alguns notaram a adesão a sites que pregam o suicídio”, descreve. Segundo a especialista, nesses casos, os pais devem redobrar a atenção e avaliar se há sintomas adicionais como distúrbios de alimentação, sono, humor, entre outros. “Na dúvida, devem procurar assistência profissional, com vistas a afastar o diagnóstico de depressão”, orienta.

Avessa a qualquer tipo de rotulação - especialmente no trato com jovens, que estão em plena transformação -, a médica não pôde deixar de notar um traço forte entre os adeptos do movimento. “Há uma apologia à tristeza no discurso emo, a melancolia é quase um estilo de vida para eles. Tudo bem, quando se trata apenas de uma atitude de contestação. Mas, a questão preocupa quando isso esconde alterações de ordem psíquica”, esclarece a médica.

Seja qual for o caso, a médica é enfática: todo adolescente escolhe companhias que se alinham ao temperamento e ao comportamento que ele vivencia no momento. “A pior escolha que os pais podem fazer é julgar a tribo, atribuindo a ela a responsabilidade pelo novo visual e pela atitude do filho. Acompanhar de perto o que o jovem faz e com quem anda, estabelecendo limites com afetividade é uma das maiores demonstrações de amor. E isso não pode ser delegado, é tarefa dos pais”, conclui.

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C B G B


Quando o lendário clube CBGB fechou, em Nova York, em outubro de 2006, seu dono, Hilly Kristal, disse que ia arrancar tudo o que estava dentro do lugar (do carpete às portas e maçaneteas e até mesmo os mictórios) e transpor para Las vegas, onde abriria uma versão pra turista do lugar, bancada por investidores privados. Só que, um ano depois do fim do CB´s, Kristal morreu de câncer. E aí?

Aí que o estilista John Varvatos, um amante do rock, abriu sua nova butique em Manhattan, no mesmo endereço do CBGB (quase na esquina de Bowery com Bleeker, no East Village). e manteve intacto o máximo que deu pra manter. Como se vê na foto acima, o piso é quase o mesmo piso de madeira da casa original (que, antes de virar templo do punk/new wave no final dos anos 70 era um bar de country e blue grass). Varvatos também preservou as pichações nas paredes e o estilos lustre que ficava bem no meio do clube, bem como algumas memorabílias do rock que foram se acumulando por lá ao longo dos anos, deixadas pelos próprios artistas.

Resta saber se o cheiro indescritível do lugar (onde estive nos 80s e 90s) também foi mantido. Melhor uma butique rock do que uma farmácia sem graça, que é o que virou aqui o notório Crepúsculo de Cubatão, no meio da Barata Ribeiro, em Copacabana...

*pegando essa deixa, e um comentário de Jamari França aqui neste post, eis o que aconteceu com mais alguns points musicais do Rio, além do Western, que virou Casa do Mago: onde era a Dr Smith funciona uma madeireira; no lugar da Ghetto (também em Botafogo, como a Smith) tem uma farmácia de manipulação; a Metrópolis (S. Conrado) tá lá, fechada; a Mamute (Tijuca), onde antes era um cinema, hoje é uma igreja universal; onde foi a Mamão com Açúcar (Lagoa), é a Estação do Corpo; e o Mistura Fina da Barra é uma loja de flores. Alguém aí lembra de mais algum?

Autoramas no sul !


Depois do show maravilhoso no Abril Pro Rock 2008, os Autoramas vão pra Região Sul do Brasil nesse fim de semana.

18/4, sexta, CURITIBA-PR
Local: Jokers
Endereço: São Francisco, 164
22 Hs
Abertura: Mariatchis

19/4, sábado, FLORIANÓPOLIS-SC
Local: Célula
Endereço: Rod. João Paulo, 75
23 Hs

20/4, domingo (véspera de feriado), BALNEÁRIO CAMBORIÚ-SC
Local: JB - Festa do Mundo 47
17 Hs
AUTORAMAS + Lenzi Brothers + Parachamas + Incolores

Algumas opiniões sobre o Autoramas no Abril Pro Rock:

Quem agradou muito foi o Autoramas, do Rio, já com ótima base de fãs em Recife. O trio de Gabriel Tomaz fez um show sólido, bom de se ver. (O Globo)

Mas energia de verdade veio no primeiro show do palco 1, com os sempre competentes Autoramas (RJ). O líder Gabriel Tomás alia suas coreografias a letras bacanas de levada surf music. (Diário de Pernambuco)

...melhor apresentação do sábado, foi um deles.O grupo foi o primeiro a chamar a atenção do público com um show redondo e empolgante. Os mesmos adjetivos servem para a apresentação dos performáticos Autoramas. O grupo carioca transformou o Chevrolet Hall em uma pista de dança rocker. (Folha de Pernambuco)

Os acordes de ”Mundo Moderno” ecoaram pelo Chevrolet Hall e indicaram que estava para acontecer um dos melhores shows da noite. Com o capeta no corpo, Gabriel destilou todos os seus riffs poderosos, ditou as coreografias e mandou pauladas como “Nada a Ver”, “Paciência” e “Você Sabe”. Foi a primeira apresentação da noite que colocou boa parte do público para dançar. Mas o grande destaque – e surpresa – foi a inclusão do clássico “1,2,3,4”, da antiga banda de Gabriel, Litlle Quail and The Mad Birds, em releitura bem Autoramas. Terminaram o show agradecendo ao setor de “Achados e Perdidos” do Aeroporto Internacional dos Guararapes”, que recuperou um monte de pedais de guitarra que ele julgava ter sido extraviado.(Recife Rock!)

E como na noite anterior, as grandes apresentações ficaram a cargo dos veteranos. Os Autoramas levantaram o público e não deram trégua para os preguiçosos com performances vibrantes, impecáveis. Fizeram o show divertido de sempre com o palco e o equipamento que merecem. Com a estrutura adequada, seu rock com influências de surf music e letras ganchudas se tornou ainda mais irresistível. (Ig Pop,SP)

Teve ainda o sempre hiper-divertido show do Autoramas, com baixista nova e aquela sonoridade particular, que faz qualquer alma dançar junto. A banda finalmente estreou no Abril Pro Rock e fez, como sempre, um dos melhores shows. É sempre assim por onde passam, um feito considerável. (Luciano Matos, A Tarde, Salvador-BA)

Logo na chegada do Chevrolet Hall, palco do Abril Pro Rock 2008, autoramas. Não, a banda carioca só se apresentará neste sábado (12). Os autoramas são aqueles carros especiais de corrida em miniatura e estavam em um dos espaços da casa de show para divulgar o lançamento do filem Speed Racer, marcado para 9 de maio.
“Eu vim aqui para assistir ao show do New York Dolls, mas não poderia deixar de experimentar o autorama”, brincou o advogado Fábio Pimentel, 32 anos, mostrando que autorama não é apenas coisa de criança.
Velocidade na pista de autorama, velocidade também nas pistas virtuais. No mesmo espaço, um console Nitendo Wii estava disponível para quem quisesse jogar Speed Racer. O jogo de corrida futurístico deixou o aperitivo de como será o filme. (PE 360 graus)

Antes do show, Autoramas brincam de autorama e divertem fãs

13.04.2008 às 09h50m

A banda Autoramas era esperada como uma das principais atrações da noite de sábado (12) do Abril Pro Rock, mas antes de dar show no palco, eles decidiram dar show nas pistas. O grupo participou da brincadeira de autorama no estande do filme Speed Racer, que contava ainda com consoles do videogame Nitendo Wii com o jogo homônimo ao filme.
“Eu nem sabia que aqui tinha autoramas. E olhe que eu pensei em vir vestido de Speed Racer”, brincou Thomaz, o vocalista da banda, enquanto pegava o controle remoto que guia os carrinhos em miniatura. Tanto ele quanto Bacalhau (bateria) e Flávia Cury (baixo) entraram na brincadeira, para alegria da banda e dos fãs.
Quando foi dada a largada, Bacalhau se deu melhor e subiu no primeiro lugar no pódio, seguido de Flávia, deixando Thomaz na lanterna. “Com certeza meu desempenho no palco será muito melhor”, brincou o vocalista, lamentando a péssima prova. No palco, pelo menos, a banda se saiu bem, sendo considerada uma das melhores da noite. (PE 360 graus)

O Autoramas foi o de sempre o que para eles significa dizer que foi excelente. A banda faz tempo que ocupa o pódio do rock indie nacional e não seria no APR que isso ia mudar. Rockkkkkkkkkk! (Do Sol, RN)

"1... 2... 3... 4... não tem 5, não tem 5, não tem 6" PUTZ !!!!!! o show do Autoramas foi muito massa pulei bastante, porra do caralho, as coreografias, a unidade do trio, e já estava meio alto mas foi massa (Anotação mental, comprar um cd do Autoramas). Esse show valeu o ingresso !!! Sim... E me apaixonei pela baixista da banda, até pensei em me apresentar e pedi-la em casamento.

(Blogogov, PE)

Radiohead


Radiohead vai ganhar em breve a sua primeira coletânea de sucessos

E já está disponivel agora - gratuitamente - versão ao vivo de uma faixa de In Rainbows


O antigo selo do Radiohead, Parlophone, vai lançar uma coletânea da banda britânica. Radiohead: The Best Of, a primeira compilação de sucessos da banda, sai em 2 de junho e traz 29 faixas em dois CDs, cobrindo desde o primeiro álbum, Pablo Honey (1993), até o penúltimo, Hail to the Thief (2003).

O grupo de Thom Yorke lançou o último álbum, In Rainbows, primeiramente de maneira independente, na Internet. Em seguida, resolveu lançá-lo à maneira convencional e para tanto contratou a XL Records. Por isso In Rainbows não entra na seleção de músicas do best of.

Enquanto isso, foi liberado pelo site da BBC uma versão ao vivo de "Videotape", faixa de In Rainbows. A gravação foi feita em um show no BBC Radio Theatre apresentado para apenas 300 pessoas no dia 1º de abril.

www.bbc.com

Confira abaixo as faixas da coletânea de sucessos do Radiohead:

CD1

"Just"
"Paranoid Android"
"Karma Police"
"Creep"
"No Surprises"
"High and Dry"
"My Iron Lung"
"There There"
"Lucky"
"Fake Plastic Trees"
"Idioteque"
"2+2=5"
"The Bends"
"Pyramid Song"
"Street Spirit (Fade Out)"
"Everything in Its Right Place"

CD2

"Airbag"
"Might Be Wrong"
"Go to Sleep"
"Let Down"
"Planet Telex"
"Exit Music (for a Film)"
"The National Anthem"
"Knives Out"
"Talk Show Host"
"You"
"Anyone Can Play Guitar"
"How to Disappear Completely"
"True Love Waits"

Bob Dylan ganha o Pulitzer.


Bob Dylan ganha o Pulitzer, principal prêmio dos EUA de... jornalismo
Cantor levou galardão inédito por seu impacto na cultura dos Estados Unidos.

08/04/2008

Luciana Maria Sanches


Mais um marco para a história do rock: Bob Dylan ganhou um Pulitzer, importante prêmio do jornalismo dos EUA, no dia 7. Esta é a primeira vez que um roqueiro é escolhido, apesar de já existir uma categoria para a música desde 1943.

O prêmio honorário que Dylan ganhou diz respeito à contribuição do compositor à música popular e ao impacto de sua obra na cultura dos Estados Unidos. De acordo com os responsáveis pela eleição de Dylan, suas músicas têm uma força poética extraordinária. O último álbum de inéditas do cantor que passou recentemente pelo Brasil é Modern Times, de 2006.

A categoria destinada à música do Pulitzer geralmente favorece artistas da música clássica e do jazz. O prêmio existe desde 1917 e conta com outras categorias relacionadas à cultura, como fotografia, poesia e artes. Joseph Pulitzer, que deu o nome ao prêmio, defendia o ensino universitário aos jornalistas.

www.omelete.com.br

La Bouche du Monde


Enfim esta disponivel a nova La Bouche du Monde, a revista independente franco-brasileira.

A La Bouche du Monde é uma revista de quadrinhos independente criada em 1991 em Belém do Para, Brasil. Em 1998, ela teve 5 edições brasileiras. E em 1998 foi lançada a versão franco-brasileira em língua francesa. Presente em varios festivais franceses em 2005 participou da exposição « HQ & BD, a arte além dos quadrinhos, realizada na livraria francesa da Vila Olipia, na cidade de São Paulo, Brasil e no « 1° Festival Internacional de la Historieta de Moron » Buenos Aires, Argentina.

Em 2006 ela foi convidada do Festival Polar et Bd de Port Vendre, France. Eduardo Pinto Barbier administrou uma palestra no mesmo ano sobre a La Bouche du Monde com Eloyr Pacheco no Espaço Cultural Pleneta Tela em São Paulo.

Nesta 10° edição francesa vem com 100 paginas e 8 paginas coloridas no miolo, formato A4.

Edição dedicada ao quadrinhista brasileiro Joacy Jamys (1971-2006), com entrevista do quadrinhista Lourenço Mutarelli que fala de sua experiência brasileira nos quadrinhos, teatro e cinema.
Nesta edição são ao total 6 paises selecionados : Brasil, França, Canada, Portugal, Argentina e Alemanha.

Os autores desta edição são :
Brasil : Biratan, Wilson Vieira, Alberto Pessoa, Magal, Thaïs de Linhares, Luciano Irrthum, Marco Morte, Cleber Cristiano. Amorim, Sidney, Jorge del Blano, Gian Danton, Gazy Andraus, Pinto Barbier, Calazans, Alcione;

França : Syl, Darnaut, Altimiras, Alain Minighetti, Bronner ;

Canada : Phlppgrrd, Denis Remillard, Louis Remillard, Avary, Michèle Laframboise ;

Portugal :Teresa Pestana ;

Argentina : Jorge Quién ;

Alemanha : Armin.

Na coluna Lingua as produções divulgadas são:
Brasil: Pinto, Mascara Noturna, Sociedade Radioativa, Mosh, Quadrinhopoles, Avenida ; Espanha: Dos veces Breve, Ala de Mosca, Canciones si musica ;
Belgica: L'Inédit;
França: Freestyle, La Soft Parade, Strange ;
Slovaquia : Stripburger


Para encomendar a sua no Brasil: Marca de Fantasia & Bodega


La Bouche du Monde #10. Mars 2008.
100 paginas A4 (8 paginas coloridas) , em lingua francesa unicamente.
ISNN: 16261453
Editor : Boca Productions : Eduardo Pinto Barbier.
12, rue Arago. 11100 – Narbonne. France.


E-mail : bocaprod@hotmail.com
Blog : http://www.labouchedumonde.blogspot.com/
Site : http://www.4mundo.com/

A SUPERBANDA INDIE


* A SUPERBANDA INDIE – Mallu Magalhães + Vanguart + Forgotten Boys. Pegue a menina mais falada do indie (e além) nacional, o líder de uma das bandas de rock mais emergentes aqui no país desde o ano passado e o baixista de uma das mais carismáticas banda indie paulistana. O resultado disso dá no Overcoming Folk Trio, agora projeto oficial de Helio Flanders, Mallu e Zé Mazzei, para releitura de clássicos do folk e músicas de Bob Dylan, Neil Young, Tom Waits e Woody Guthrie. O Overcoming Folk Trio nasceu de uma reuniãozinha de farra para tocar na festa Folk This Town, no mês passado. Agora virou coisa séria. A estréia mesmo do trio em palco será no evento Virada Cultural, no “palco das meninas” na Avenida Ipiranga, no Centro, dia 27 de abril.

Não é só no Brasil não ...

Skatalites em São Paulo





A big band mais importante da história do ska bota o Inferno pra dançar

09/04/2008
Natalie Gunji

A julgar pela animação do público que lotava o Inferno Club de São Paulo na última terça, estar ali, mesmo com o calor, hum, infernal, era como estar no paraíso.

Fãs e aficcionados lotaram o clube para conferir de perto os jamaicanos do Skatalites, que estavam lançando o DVD Arena, gravado durante a primeira apresentação da banda em São Paulo no Sesc Pompéia em 2007.

A big band formou-se em 1964, um ano depois de os nove integrantes originais começarem a tocar juntos. Na época, eram os melhores instrumentistas da ilha e faziam a banda de fundo nas gravações de nomes ascendentes como Bob Marley e Peter Tosh. O Skatalites só durou até 1965 com sua formação original, após a saída do lendário trombonista Don Drummond, mas foi o suficiente para deixar a sua marca como a mais importante banda da história do ska, o gênero avô do reggae.

Evidentemente, diante dos veneráveis velhinhos, o público do Inferno sentia-se privilegiado por presenciar três dos integrantes originais ainda na ativa: o baterista Lloyd Knibbs, o sax alto Lester Sterling e a primeira dama do ska, a vocalista Doreen Schaffer. Quem acompanham os veteranos já há vários anos são Vin Gordon (ex- Sound Dimension e Wailers), Val Douglas (ex-Abssinians), Kevin Batchelor (ex-Steel Pulse), Ken Stewart, Devon James e Cedric Brooks (ex-Mystical Revelation of Rastafari).

Na noite de terça-feira, a segunda seguida da passagem por São Paulo, eles tocaram clássicos como "Guns of Navarone", "Latin Goes Ska" e a ótima versão para o tema de James Bond. Mesclaram com músicas do último disco On The Right Track (2007) e até atenderam pedidos do público com "You're Wondering Now" na doce voz de Doreen. Esta que, ao pisar no palco, encantou a todos com "Sugar Sugar", "When I Fall in Love" e "Adorable You".

O ska, originalmente pensado como acompanhamento instrumental para os bailes jamaicanos da metade do século passado, é um gênero musical que transmite muita alegria e leveza a quem o escuta e aposto que foi assim que boa parte do público saiu do Inferno Club: abençoados.

O Skatalites ainda toca em Curitiba no Espaço Callas (10/04) e em Brasília no Arena (12/04).

Arnaldo Baptista

Mutantes Depois...




2 de abril de 2008


Faz alguns meses que Mutantes têm preparado a sua resposta aos nossos fãs que esperam ainda uma declaração oficial nossa, uma vez que houve significativas mudanças em nosso grupo.



Eu e Dinho sempre achamos que fofocas devem ficar para as titias e vovós enquanto se divertem tricotando a vida alheia, portanto decidimos que a melhor maneira de dar uma satisfação ao mundo, e a vocês que nos acolheram com tanto ardor e vida é através de pronunciamento.

O nosso pronunciamento será feito com música, pois afinal este é o nosso idioma, idioma este da alma e onde as palavras são ditas com mais do que um simples propósito musical, mas sim com arte e nossa total emoção.


Fiquei e estarei sempre de luto por Arnaldo e com Zélia creio que me apressei ao julgá-la uma Mutante... Ela parecia tanto sê-lo mas descobri que em vez de Mutante ela é uma "Transformer" . Ela serviu para provar que Mutantes é maior do que qualquer um de seus membros individuais...

Bom, nós Mutantes fomos transcendidos por nossa música. Assim foi durante mais de 30 anos onde ela se fez viva por gerações após gerações e transpôs todas as impossíveis barreiras que normalmente um grupo aspirante tem pela frente.

Nós Mutantes sem gravadora, sem estarmos juntos, sem ter um disco, sem tocar em rádios, sem jabá, sem empresário, isto é, sem fazermos absolutamente nada a não ser termos feito a nossa música e arte com honestidade, conseguimos o impossível, só para provar que nada o é...

Em três meses nós estávamos tocando nos maiores e mais importantes palcos do mundo de Barbican em Londres à Hollywood Bowl em L.A., do sonhado Filmore ao Festival de Pitchfork de Milão à Lincoln Center e muitos outros que agora já são história como o Aniversário de São Paulo, grato momento em minha vida...

Mutantes em dois anos se estabeleceram como uma banda internacional de alto prestígio com o respeito de grandes formadores de opinião com Beck, Sean Lennon, Devendra Banhart e muitos e muitos outros dentro da arte em geral até a mais importante e especializada imprensa mundial como NY Times, que nos agraciou com a capa contendo críticas que no mínimo nos fez muito orgulhosos de sermos os brasileiros que quebraram a "barreira do som", com nossas guitarras feitas em casa e nossas músicas e atitudes tupiniquins.

Agora temos um novo passo a dar, creio ser este o real motivo para a nossa reunião e retorno aos palcos do mundo, um projeto novo e virgem, um novo CD de músicas inéditas.

Eu e Dinho estamos completamente felizes em estarmos gravando agora. Tentei desde o começo junto a meu irmão e à Zélia formar um núcleo de criação, mas foi infrutífero, pois eles não quiseram fazer músicas novas. Mas para espanto meu e total felicidade, em São Paulo, no aniversário da cidade, me reencontrei com Tom Zé e nos juntamos como parceiros. Ele é o parceiro que pedi a Deus, além de outros como Devendra Banhart que fez uma participação nesta primeira música cantando conosco.

Tenho trabalhado há dois anos em compor junto com nossa maravilhosa banda e com Dinho este novo trabalho, e agora posso afirmar com a maior felicidade do mundo: "Sim estamos muito vivos e viemos para ficar". Os músicos que chamei para formar nossa banda de suporte para o Barbican se tornaram indispensáveis, pois por graça divina vieram e couberam como luva em nossa idéia e filosofia artística. Assim como Dinho e Liminha uma vez conquistaram seu lugar na banda eles também o fizeram, eles são os Mutantes de hoje, filhos de nossas gerações sementes musicais e antes de tudo nossos maiores cúmplices. Grande Vinicius, Vitor, Henrique, Fábio, Simone e Bia.

Nós, Mutantes, estamos por fim felizes, e sem empecilhos que travem as nossas rodas da vida e da fortuna no grande Tarot do Universo.

Estaremos agora entregando a todos vocês, a nossa música, a primeira de muitas que estamos compondo...chama-se Mutantes Depois e é sobre vocês o nosso público os reais mutantes de cuja energia somos feitos, como uma pessoa só...

Queridos, que imensa saudade de tocar para vocês e de vê-los felizes e brilhando junto conosco...

Mutantes somos todos nós, aqueles que sonham e vivem com verdade os seus ideais no olhar na alma e no coração...

Que o Grande Arquiteto do Universo abençoe a todos e espero que se divirtam com a nossa música assim como nós estamos...

Um enorme ardoroso abraço

Sérgio Dias

Mutantes

Tim Maia Racional. VOL.3


DOWNLOAD DO DISCO ESQUECIDO :

http://www.mediafire.com/?ncnsowtalbn

CARLOS CASTANEDA


CARLOS CASTANEDA, UM FEITICEIRO?

UM HOMEM DE CONHECIMENTO?



" Um grito sufocado anuncia a morte, por suicídio, da ciencia do seculo vinte "

Aldous Huxley

A primeira vez que ouvi falar de Carlos Casteneda foi na Revista Rolling Stone, na coluna do Luiz Carlos Maciel. Eu devia ter pouco mais de 15 anos. Era início dos anos 70 e o seu primeiro livro “ A Erva do Diabo” estava causando polêmicas imensas no mundo todo.

Sem nacionalidade precisa, conforme D. Juan, “ pois um homem de conhecimento não tem país, não tem nome, nem família, nem dignidade - isto é, não tem nada que possa sustentar um centro falso, o ego, que cristalize as suas experiências “.

No livro da Carmina Fort de 88, ele assume que é brasileiro e foi criado na Argentina, apesar de toda imprensa ter publicado que era peruano, mas segundo a escritora , ele falava português fluentemente com um pouco de sotaque.

Sua saga com o índio-bruxo D. Juan Matus, mestre da ironia, se inicia quando ele, estudante de antropologia, procura informações sobre mescalina e o peiote no deserto do Arizona para um trabalho acadêmico.

Ele descobre que o velho índio yaqui morava em Sonora, no México e vai a sua procura.

A partir de 1960 até 1973 - D. Juan se torna seu mestre na arte de “ver”, “parar o mundo”, “perder a importância pessoal”, “não estar acessível”, a “impecabilidade” e outras técnicas basicamente de cunho social que estão no seu terceiro livro “ Viagem a Ixtlan”.

Publicou diversos livros e seus ensinamentos sobre feitiçaria e alteração dos sentidos através de drogas, foram lenha na fogueira no meio dos anos 60, no auge do movimento hippie, pós beats.

Super criticado e (desacreditado) pelo stablishment e cultuado pelos jovens, independente da apologia às drogas de D. Juan - ferramentas ou aliados - como ele chama - o seu legado maior está na conduta diária de um feiticeiro, um homem de conhecimento, não um aprendiz de meio-expediente:

“parar o diálogo interno”, que vem a ser o mesmo que fazem os budistas, meditar, “ver”, e, a “ loucura controlada”.

Após uma matéria na Time em (73) que deixou fotografar apenas suas mãos, ele seguiu à risca o ensinamento do bruxo D.Juan, que um guerreiro não pode estar disponível, apagou sua história pessoal e ficou cada vez mais difícil encontrá-lo, pois até sua identidade foi trocada.

Seus últimos relatos estão no livro Conversando com Carlos Castaneda, escrito em 1988, de Carmina Fort.



“ Desconfio de todas as pessoas com sistema e as evito. A vontade de sistema é uma falta de lealdade”. ( Nietzche)



Livros mais importantes de Castaneda:

1- A Erva do Diabo

2- Estranha Realidade

3- Viagem a Ixtlan ( recomendo ser a primeira leitura)

4- Porta para o Infinito

5- O Fogo Interior

6- O Presente da Águia

7- O Segundo Circulo do Poder



Byra Dorneles, 52, auto-didata, faz experiências com alucinógenos desde os 15 anos e passa bem.

Virada Cultural 2008




Virada Cultural tem programação completa - confira as atrações
Edição 2008 começa no dia 26 e tem ótimos shows e até filmes de vampiros

03/04/2008
Luciana Maria Sanches


A Virada Cultural de São Paulo deste ano será realizada a partir das 18h do dia 26 de abril até o mesmo horário do dia seguinte. E a lista de atrações que vai se apresentar na quarta edição do evento cresceu um bocado, além de contar com artistas internacionais.
Alguns deles são Cesária Évora, cantora do Cabo Verde, que abre o evento, o ex-vocalista do Iron Maiden Paul DiAnno, e Afrika Bambaataa, grande produtor dos Estados Unidos e um dos criadores do hip-hop.
Bambaataa será o nome principal de um palco dedicado somente à música negra, que estará montado no Parque Dom Pedro. Além do produtor, Rappin' Hood, Xis, Z'África Brasil, Bebeto e Luís Vágner se apresentarão no local.
A lista de artistas nacionais é surpreendente: Os Mutantes, Fernanda Takai, Gal Costa, Marcelo D2, Jorge Ben Jor, Orquestra Imperial, Luiz Melodia e Zé Ramalho são apenas alguns deles. As bandas independentes também conquistaram seu espaço: vão ter um palco só para elas.
No centro de São Paulo haverá palcos na Avenida São João, Praça da República, Largo do Arouche, Avenida Ipiranga, Parque Dom Pedro e Pátio do Colégio. Além deles, vale destacar que o Teatro Municipal também terá shows gratuitos, ótima oportunidade para quem ainda não o conhece. Os CEUs também voltarão a abrigar shows - 26 unidades em toda São Paulo terão atrações.
Apresentações de dança, teatro, de artistas de rua, feiras de livros, exposições e oficinas culturais também foram incluídas, com destaque para o Balé da Cidade, Teatro da Vertigem, Nau de Ícaros e o grupo de intervenção de rua francês Genèrik Vapeur.
O cinema também ganhou espaço, com exibição de filmes que estiveram na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo na Galeria Olido. Dois deles: Um Filme Falado e O Sol, que está entrando em circuito neste fim de semana. Na Casa de Cultura de Israel, será exibida uma sessão de Avodah com trilha sonora ao vivo do compositor Livio Tragtenberg. No Espaço Parlapatões, na Praça Roosevelt, haverá um ciclo de filmes sobre vampiros: Vampyros Lesbos e O Êxtase do Vampiro são destaques.
Para ver a programação completa da Virada, com mais de 700 nomes, visite o site oficial do evento. Abaixo, alguns dos artistas que estarão nos palcos principais:


PALCO SÃO JOÃO
Local: Av. São João com Rua Aurora
18h - Cesária Évora
21h - Gal Costa
00h - Zé Ramalho
03h – Os Mutantes
06h - The Gladiators
09h - O Teatro Mágico
12h - Marcelo D2
15h - Orquestra Imperial
18h - Jorge Ben Jor

TEATRO MUNICIPAL
Local: Praça Ramos de Azevedo
18h - Luiz Melodia – Pérola Negra (1973)
21h - Egberto Gismonti e Naná Vasconcelos – A Dança das Cabeças (1977)
00h - Sá, Rodrix e Guarabyra – Passado, Presente, Futuro (1972)
03h - O Som Nosso de Cada Dia – Snegs (1973)
06h - Pepeu Gomes – Geração do Som (1978)
09h - Hamilton de Holanda e Danilo Brito - Vibrações de Jacob do Bandolim (1967)
12h - Márcia, Eduardo Gudin E Paulo César Pinheiro – O Importante É que a Emoção Sobreviva (1974)
15h - Paulo Vanzolini – Onze Sambas e Uma Capoeira (1967)
18h - Jair Rodrigues, Fabiana Cozza & Zimbo Trio - O Fino da Bossa (1964)

BAILE CHIQUE

Local: Praça Cível Ulysses Guimarães (Parque D. Pedro)
18h – Apresentações de: João Break e L. Zee, Nelson Triunfo, Ninja e Mc Jack, Potencial 3, De Repente, Região Abissal, Detroit Power Moves, Crazy Crew, Street Warriors, Potencial 3, De Repente, Região Abissal, Detroit Power Moves, Crazy Crew, Street Warriors, Frank Bruno (Black Juniors), História Mike e Pepeu, Do Código 13, Tempo DJ Helio Branco, Bom Grupo Funk & Cia, Soul Sisters, Face Negra, Marcelinho e Back Spin Crew, Thaíde, Luna, Eletric Boogie, Matéria Rima, Radicais Do Peso, Produto de Rua, Fábio Rogério, Roney Yo Yo, Doctor MCs, DJ Hum

00h - Banda Black Rio e Convidados
01h30 - Musicaliando
02h - Skowa e A Máfia
03h30 - Tony Hits
04h - Luis Vagner - Guitarreiro (1976)
05h30 - Chic Show
06h - Bebeto
08h - Z’África Brasil
09h - Xis
11h - Rappin’ Hood e Sinfonieta
13h - Thaíde
15h - Motirô
17h - Afrika Bambaataa e Zulu Nation Brasil

BAILE DO AROUCHE
Local: Largo do Arouche
19h - Nelson Ned
21h - Havana Sax
23h - Roberto Luna
01h - Antonio Carlos e Jocafi - Antonio Carlos e Jocafi (1973)
03h - Maria Alcina - Maria Alcina (1974)
05h - Lafayette e Os Tremendões
07h - Quasímodo e convidado
09h - André Busic - Let’s Get Lost de Chet Baker (1959)
11h - The Jordans
13h - Evaldo Gouveia e Altemar Dutra Junior
15h - Miele
17h - Wilson Simoninha - Alegria Alegria vol.2 de Wilson Simonal (1967)

ROCK REPÚBLICA
Local: Praça da República
18h - O Terço
20h - Terreno Baldio
21h30 - Casa De Máquinas
23h30 - Harppia
01h - Paul Di’Anno _ Killers (1981)
03h - Derrick Green, Andreas Kisser e Convidados
04h30 - Overdose
06h - Volcano
07h30 - Vodu
09h - Korzus
10h30 - Bando do Velho Jack
11h45 - Los Goiales All Stars
12h - Cachorro Grande
14h - Arnaldo Antunes
16h - Lobão
18h - Ultraje a Rigor - Nós Vamos Invadir Sua Praia (1981)


PALCO DAS MENINAS
Local: Av. Ipiranga, esquina com Rua Araújo
18h - Mariana Aydar
20h - Tatiana Parra
22h - Marina De La Riva
00h - Andrea Dias
02h - Joana Duah
04h - Clara Moreno
05h45 - Aline Muniz
07h30 - Bia Góes
09h15 - Giana Viscardi
11h - Mallu Magalhães
13h - Bruna Caram
15h - Verônica Ferriani
17h - Fernanda Takai

BAILE DE BAMBAS
Local: Av. Rio Branco
19h – Leões De Israel
21h – Sine Calmon e Morrão Fumegante
23h – Ras Bernardo e Walking Lions
01h – Edu Ribeiro
03h – Peixe Elétrico
05h – Falamansa
07h – Oswaldinho do Acordeon
09h – Banda Pífanos de Caruaru
11h – Quinteto Violado
13h – Miriam Miràh, Jica e Turcão – Gracias a la Vida de Tarancón (1976)
15h – Renato Borghetti
17h – Inezita Barroso - Vamos Falar de Brasil (1958)


BOTECO DE BAMBAS - SAMBA DE MESA 24 HORAS
Local: Largo Santa Efi gênia
18h - Samba da Laje, Tuca da Silva, Dona Inah
20h - Velha-Guarda da Vai-Vai, Elizeth, Thobias da Vai Vai, Osvaldinho da Cuica
22h - Nossa Chama, Arlindo Cruz, Zé Carlinhos, Docão
00h - Terreirão, Reinaldo Príncipe do Pagode, Didi, Denden, Maradona
02h - Pagode do Cafofo, Royce do Cavaco, Helder, Adeilton
04h - Pagode da V. Guarani, Almir Guineto, Sombrinha
06h - Paranapanema Sambaqui (Samba de bumbo e rural)
08h - X-9 Ala Musical, Germano Mathias, Poetas da Morada Silvio Modesto
10h - Samba Autêntico, Velha-Guarda Camisa Verde e Branco, Ideval & Zelão
12h - Velha-Guarda Nene V. Matilde, Mydras, Douglinhas (Quesito), Walter Alfaiate
14h - Samba da Vela, Nelson Sargento, Ney Silva
16h - Quinteto em Preto e Branco, Dona Ivone Lara, Murilão

FESTIVAIS INDEPENDENTES
Local: Pátio do Colégio
18h - Vítor Araújo (PE)
18h45 - mundo livre s.a. (PE)
19h30 - Macaco Bong (MT)
20h30 - Luísa Mandou um Beijo (RJ)
21h15 - Petro Massa (MG)
22h15 - Estrume’n’tal (MG)
23h - Los Porongas (AC)
23h45 - Sick Sick Sinners (PR)
00h30 - Mechanics (GO)
01h30 - Vanguart (MT)
02h15 - Retrofoguetes (BA)
03h - Trilöbit (PR)
04h - Fóssil (CE)
04h45 - Unidad Imaginária (RJ)
05h - Mestre Kuca (TO)
06h30 - Filo Medusa (AC)
07h15 - Boddah Diciro (TO)
08h15 - Coveiros (RO)
09h - Diego de Moraes (GO)
09h45 - Porcas Borboletas (Mg)
10h30 - Linha Dura e DJ Taba (MT)
11h30 - Costa a Costa (CE)
12h15 - Do Amor (RJ)
13h - Rivotrill (PE)
14h - Bugs (RN)
14h45 - Supergalo (DF)
15h30 - The Sinks (RN)
16h30 - Superguidis (RS)
17h15 – MQN (GO)
18h - Siba e Fuloresta (PE)

PIANO NA PRAÇA
Local: Praça Dom José Gaspar
18h - Arismar Espírito Santo
20h - Paulo Braga
22h - Ricardo Castellanos
00h - Amilson Godoy
02h - Vitor Araújo
04h - Rogério Rochilitz
06h - Daniel Szafran
08h - Eva Gomide
10h - Marcelo Castilha
12h - Benjamim Taubkin
14h - Ari Borger
16h - Marcos Nimrichter
18h - Pedro Henrique Calhao


MERCADO CAIPIRA
Local: Rua da Cantareira (Mercado Municipal)
03h45 - Cláudio Lacerda
05h - Victor Batista
06h15 - João Ormond
07h30 - Suzana Salles
09h15 - Abel e Cain
11h - Tinoco convida e apresenta
11h15 - Cacique e Pajé
12h15 - Jacó e Jacozito
13h15 - Craveiro e Cravinho
14h15 - João Mulato e João Carvalho
15h15 - Pena Branca
16h - Sérgio Reis e Os Vips

Sonantes


CARTA ABERTA AOS OUVIDOS FECHADOS ou SOBRE OS SONANTES & SEUS SONIDOS
Ilmos. Senhores(as) proprietários de aparelhos auditivos por ventura bloqueados, venho por meio desta solicitar-lhes a desobstrução de suas vias. É chegada a hora e a vez da cotonete! Reconheço, é bem verdade que nessa era caracterizada pela overdose de informação, a reação de tapar as orelhas muitas vezes faz sentido, pois o BPM da vida moderna acelera mais e mais a cada novo amanhecer, e nem sempre existe a chance de separar o joio do trigo. E, por isso mesmo, chamo atenção a esse... momento, esse encontro, essa convergência denominada Sonantes. Sim, porque nesse caso, “projeto” não é termo que explique bem a intenção. Afro, latino, cancioneiro, modernamente eletro-acústico, pernambucano, planetário, o disco se coloca, de maneira espontânea e imponente, na linha evolutiva da música daqui, ao valorizar muito a composição e a interpretação. Céu, a cantora que deslumbrou o Brasil e o mundo mas não se deslumbrou, é a voz que conduz esse trabalho, que, vale deixar claro, não é seu aguardado segundo álbum, mas uma verdadeira conseqüência do cotidiano. Tanto ela e seu parceiro Gui Amabis (compositor e produtor de background cinematográfico), quanto o irmão dele, o também produtor e trilheiro Rica Amabis (Instituto), e a dupla Dengue e Pupillo, mais conhecida como A Cozinha Da Nação Zumbi, residem todos no mesmo conjunto de prédios, nas Perdizes Paulistanas. Então, muito além dos palcos e estúdios, os cinco responsáveis centrais por essa obra dividem também as contas, o lanche na padaria, as piadas de bairro e os dias chuvosos. Quando os últimos se juntaram sob a alcunha de 3 Na Massa, o espírito já era meio esse, mas a troca das várias cantoras (convocadas para a estréia deles) pela dupla do edifício ao lado intensificou largamente o clima Lá Em Casa, que é uma das cores mais marcantes, um dos trunfos dos Sonantes. Isso sem falar em outro trunfo chamado Jorge Du Peixe. O linha-de-frente da Nação é praticamente uma entidade que páira sobre o disco todo. Primeiro, a primeira faixa: regravada aqui, Carimbó foi, lá nos idos de Rádio S.AMB.A., um dos mais importantes passos na construção do estilo-próprio de vocal que ele lapidou nos trabalhos seguintes da NZ. Depois, o cara co-assina a arte do encarte e ainda deu nome à criança. Fora ele, outros comparsas, como Siba, Lúcio Maia, Beto Villares, Daniel Bozio, Toca Ogan, Fernando Catatau, Gustavo Da Lua, Pepe Cisneros, Sergio Machado, B-Negão e Apollo 9, também chegaram junto e contribuíram com performances (e, em alguns casos, composições) que completam o panorama em grande estilo. Agora, já ciente da receita, resta aos homens e mulheres de boa vontade apenas a opção de deixar os Sonantes soarem, e se deliciarem. Sem mais, me despeço, desejando boas audições.

São Paulo, Natal de 2007, Rodrigo Brandão.

www.myspace.com/sonantes

DOWNLOADS:

http://sombarato.blogspot.com/search/label/Sonantes

Paul Stanley diz que pode sair do Kiss.



Vocalista e guitarrista é, junto com Gene Simmons único integrante em atividade na banda desde 1973.

24/03/2008
Luciana Maria Sanches

Em nota divulgada no site de notícias do Yahoo, o vocalista e guitarrista do Kiss, Paul Stanley, acenou com a possibilidade de deixar a banda. E ele diz acreditar que sua eventual saída não significaria o fim do grupo.

Stanley é, ao lado do baixista e vocalista Gene Simmons, o único membro original do Kiss na formação atual da banda, e está convicto: "Eu acredito firmemente que chegará uma hora em que a banda vai seguir em frente sem mim. Algumas pessoas não conseguem imaginar o Kiss sem a minha presença, mas eu digo: 'eu consigo'. Há alguém por aí que tem a mesma paixão que eu. Creio que o Kiss tem mais a ver com ponto de vista, respeito pelos fãs, lealdade e direcionamento, muito mais do que com os integrantes da banda".

O vocalista disse ainda que o Kiss está construído sobre uma base tão sólida que tem tudo para continuar, "assim como um time de futebol". Para terminar, Stanley filosofou: "Há e houve grandes jogadores, mas sempre haverá outros".



www.omelete.com.br